Como cuidar de orquídeas no Estadão


Bate-papo ao vivo, direto do Estadão
Bate-papo ao vivo, direto do Estadão

Tudo bem com vocês, Pessoal? Venho dar uma explicação para a ausência de novos artigos aqui no blog, nas últimas semanas. Confesso que invejo este dom que as mulheres possuem, de realizar várias atividades ao mesmo tempo. Os neurônios delas devem trabalhar como os supercomputadores que eu operava durante o pós-doutorado, em processamento paralelo. Os meus, Tico e Teco, desafortunadamente, operam em modo serial, sendo assim capazes de fazer uma coisa de cada vez. Quando muito...

Nos últimos dias, estive envolvido em uma série de novidades e atividades que me deixaram bastante ansioso, mas muito realizado. Há algumas semanas, fui contactado pela Natália Mazzoni, jornalista do Estadão, que me convidou a participar de uma edição especial de primavera do caderno Casa Estadão, todo voltado para o cultivo de orquídeas. 

Esta pauta já estava nos planos da Natália e da Marina Pauliquevis, editora do caderno Casa, desde o ano passado. Apenas agora surgiu a oportunidade de realizá-la. Tivemos o prazer de receber a Natália Mazzoni, acompanhada do fotógrafo Zeca Wittner, aqui no apartamento, para uma entrevista sobre o cultivo de orquídeas neste tipo de ambiente. Infelizmente, apenas quatro orquídeas estavam floridas, na ocasião. Elas tiveram a sorte de participar de um ensaio fotográfico para a matéria, que foi capa do caderno que circulou na edição do Estadão deste último domingo, 18 de setembro de 2016.

Os artigos que a Natália Mazzoni escreveu sobre o assunto, de maneira impecável e bem didática, podem ser lidos no site do jornal, através dos links abaixo:



Nem preciso dizer o quão nervoso fiquei no período que antecedeu a entrevista. Nem tanto pelo conteúdo que eu iria abordar, mas muito pelo fato de morrer de vergonha do orquidário minúsculo e improvisado na sacada acanhada aqui do apartamento. Via as fotos belíssimas de ambientes finamente decorados e ricamente assinados, que costumam desfilar pelo caderno Casa, e ficava desesperado com a possibilidade de ter a precariedade das minhas meninas retratada em um jornal tão importante. Felizmente, apenas as orquídeas foram fotografadas, em um estúdio improvisado de forma genial pelo Zeca Wittner, com direito a fundo branco e infinito.

Posteriormente, fui convidado a participar de um live, evento ao vivo realizado pelo Estadão em sua página no Facebook. Novamente, quase derreti de tanta ansiedade. Só não morri porque fui extremamente bem tratado, recebido com o maior carinho pela Natália e pela Marina. Após a entrevista, elas tiveram a delicadeza de nos levar, eu e meus pais, por um tour às redações do Estadão. Foi um dia especial e inesquecível.

Após a transmissão da conversa ao vivo, o vídeo ficou disponível para visualização no Facebook. Ele pode ser acessado através do link abaixo:


Espero que gostem! Faço questão de deixar aqui registrado meu agradecimento especial à Natália Mazzoni e à Marina Pauliquevis por esta oportunidade rara, que me deixou bastante feliz e realizado. A seguir, prometo retomar o ritmo normal - e lento - de novas postagens aqui no blog!