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Coleção de NFTs Orquídeas no Apê


NFTs Orquídeas no Apê
| NFTs Orquídeas no Apê |


Hoje, já é possível colecionar fotos digitais que são autênticas, escassas e tendem a se valorizar ao longo do tempo.

As fotografias de suculentas e orquídeas, publicadas no blog Orquídeas no Apê, poderão ser adquiridas em sua forma digital, com certificado de autenticidade e tiragem limitada.


Ao longo dos últimos dez anos, centenas de artigos sobre suculentas, cactos, orquídeas e outras plantas ornamentais vêm sendo publicados no blog Orquídeas no Apê. Cada matéria vem acompanhada de uma ou mais fotografias das plantas abordadas, de modo a tornar a leitura mais agradável e informativa.

Algumas destas imagens virtuais já foram materializadas, em forma de quadros, que foram expostos em eventos dedicados às plantas ornamentais. Impressões das fotos de orquídeas publicadas no blog já participaram da tradicional Expoflora, em Holambra, bem como de diversas edições da célebre Exposição da Sociedade Bandeirante de Orquídeas, uma das mais antigas da cidade de São Paulo.

Neste contexto, diversos quadros com fotos de orquídeas já foram adquiridos por colecionadores, extrapolando sua mera função de ilustrar as matérias do blog. No entanto, é preciso reconhecer que o processo de transformar uma foto digital em uma imagem impressa, pendurada em uma parede, requer bastante tempo e trabalho, além de envolver custos significativos.



Devido a esta complexidade, as fotos publicadas no blog Orquídeas no Apê nunca foram ativamente disponibilizadas para colecionadores, em sua forma física e impressa. Esta publicação sempre priorizou a elaboração de artigos e imagens em suas versões virtuais, distribuídas e compartilhadas livremente através da internet, principalmente nas diferentes redes sociais.

Neste universo virtual, todos são livres para copiar e compartilhar as imagens, sejam elas de suculentas, orquídeas ou outras plantas. No entanto, o uso comercial deste material não é permitido. Infelizmente, é muito comum encontrarmos vendedores sem escrúpulos, que utilizam fotos roubadas do blog, para veicularem propagandas de seus produtos. Além de ferirem a lei de direitos autorais, estas pessoas estão enganando os consumidores, uma vez que as plantas retratadas são cultivadas pelo autor do blog, e não estão à venda.

Felizmente, este cenário vem mudando, com o desenvolvimento de novas tecnologias, que permitem a autenticação de qualquer material digital, sejam fotos, vídeos, sons ou itens de jogos. A sigla NFT significa non-fungible token, em inglês. Os NFTs são tokens não fungíveis, elementos capazes de conferir um certificado digital de autenticidade a qualquer objeto virtual, como uma fotografia, por exemplo. Uma vez transformada em NFT, esta foto se torna única, exclusiva, cuja propriedade fica devidamente reconhecida e registrada na rede blockchain, que é eterna e imutável.

Atualmente, as negociações de NFTs estão ocorrendo em diferentes redes, tais como Ethereum, Polygon e Solana. As compras e vendas ocorrem através do uso das respectivas criptomoedas, muito embora já seja possível comprar um NFT utilizando o cartão de crédito.

Graças a esta tecnologia, uma simples imagem digital publicada na internet, que pode ser baixada, copiada e compartilhada livremente, transforma-se em uma obra de arte. Um NFT pode ser único ou fazer parte de uma coleção com tiragem limitada. No caso da coleção de NFTs do blog Orquídeas no Apê, por exemplo, existem apenas cinco exemplares de cada fotografia disponibilizada para os colecionadores. Desta forma, o acesso às obras é mais democrático, já que mais pessoas podem adquirir as peças por um valor justo.



Como não serão criados mais NFTs da mesma imagem, existirão apenas cinco cópias autenticadas de cada fotografia da coleção, em toda a internet. Por mais que outras pessoas copiem a foto em questão, apenas estas que foram transformadas em NFTs contarão com o certificado de propriedade e autenticidade. Todas as demais serão réplicas sem valor.

Além disso, o colecionador que adquiriu a fotografia pode colocá-la novamente para negociação, inclusive por um valor mais alto. Devido à escassez das obras, pela edição limitada, e à crescente popularização deste mercado, ainda em sua infância, é de se esperar que ocorra uma valorização dos NFTs, ao longo do tempo. Todas as transações ficam registradas na blockchain, como um imenso livro caixa digital. Esta tecnologia garante que todas as fotos tenham os nomes de seus autores e proprietários devidamente registrados na plataforma, em ordem cronológica, o que garante sua autenticidade.

Quem quer colecionar arte digital como investimento deve focar em projetos confiáveis, com um histórico conhecido e artistas sérios e comprometidos. Não é incomum que uma obra de arte em NFT se valorize 10, 100 vezes, em um curto espaço de tempo.

Para comprar um NFT, o interessado precisa se cadastrar em uma plataforma de negociação. Existem várias opções, mas a OpenSea é a mais conhecida, e a que apresenta o maior volume de transações diárias. A compra pode ser feita através da criptomoeda Ether, da rede Ethereum, que fica armazenada em uma carteira virtual. A wallet mais amplamente utilizada é a MetaMask, que pode ser rapidamente instalada como uma simples extensão do navegador Chrome.

Além disso, na OpenSea, também é possível comprar NFTs diretamente com um cartão de crédito. Neste caso, existe uma taxa extra, que é paga à operadora. Como em todas as negociações envolvendo criptomoedas, é importante estar atento ao fato de que elas envolvem custos adicionais, chamados de gas fees, cujos valores são variáveis e dependem do nível de congestionamento da rede, em um dado horário. No caso da OpenSea, quando a rede Polygon é utilizada, não incide a cobrança deste valor adicional. É nesta rede que se encontra armazenada a coleção do blog. Neste caso, o investidor desembolsa apenas o valor da obra, sem taxas extras.



Embora pareça complicado, em um primeiro momento, este é um processo bastante intuitivo. Em resumo, o colecionador precisa adquirir criptomoedas, em sua corretora de preferência, transferi-las para sua carteira digital, e comprar os NFTs desejados, que ficam armazenados em seu poder. Como as carteiras são públicas, é possível fazer uma exposição com as obras adquiridas por cada colecionador. Vale a pena assistir a alguns vídeos no YouTube, com excelentes tutoriais sobre como comprar NFTs, passo a passo, do zero.

Estima-se que cerca de 20 milhões de brasileiros, quase 10% da população do país, já invista em criptoativos. O Brasil é um dos países que mais investe em ativos digitais, em todo o mundo. Atualmente, a Binance é considerada a maior corretora de criptomoedas do planeta, e conta com um eficiente atendimento aos investidores brasileiros, com sua plataforma em português.

No caso dos NFTs Orquídeas no Apê, o grande diferencial é que cada foto tem, como título, o nome científico da espécie ou híbrido da planta retratada, seja uma suculenta, cacto ou orquídea. Não é o que costumamos observar, na maioria das fotos de flores disponíveis nas plataformas de NFTs, atualmente.

Outro ponto importante é que as imagens em NFTs são frutos de uma curadoria, nem todas as fotos publicadas no blog farão parte da coleção. Duas fotografias já foram selecionadas para fazerem parte do projeto PhotoVogue, concebido pela Vogue Itália. As fotos selecionadas para a coleção de NFTs são disponibilizadas em uma resolução maior e não apresentam a marca d'água. 

Para conhecer a coleção de NFTs do blog Orquídeas no Apê, com diversas fotos de suculentas, orquídeas e outras plantas, basta clicar na imagem abaixo ou acessar este link

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