Como cuidar de orquídeas


Orquídea Sophronitis Arizona
Sophronitis Arizona

25 dicas expressas para melhorar o 

cultivo de orquídeas em apartamento



1. O vento constante é inimigo das orquídeas. Desidrata a planta, retira a umidade do ambiente e atrapalha o crescimento das raízes e a fixação da planta no vaso.

2. Caso as orquídeas estejam em uma varanda aberta, em um andar alto, evite pendurar os vasos. Com o vento forte, eles poderão balançar, girar, chocar-se uns com os outros e, eventualmente, espatifar-se no chão.

3. Dê preferência a posicionar as orquídeas no chão ou próximo a ele. Quanto mais alto o local de cultivo na sacada, maior o estrago causado pelo vento.

4. Posicione plantas mais resistentes na frente das orquídeas, de modo a formar um anteparo contra o vento e o sol direto.




5. Banheiros e áreas de serviço, desde que bem iluminados, são bons locais para se cultivar orquídeas, devido à umidade que propiciam às plantas.

6. Dentro de casa ou apartamento, posicione as orquídeas o mais próximo possível da janela, em um nível mais elevado, junto ao parapeito. 

7. Algumas orquídeas vivem sob sol pleno, mas a maioria precisa de luminosidade indireta para se desenvolver adequadamente. A intensidade depende do gênero cultivado.

8. Procure girar a orquídea periodicamente, para que todos os lados recebam luz e cresçam de maneira uniforme. Este procedimento também evita que a planta se desenvolva horizontalmente.

9. Durante a formação da haste floral, mantenha a orquídea na mesma posição em relação à fonte de luminosidade, para evitar florações tortas e desalinhadas.

10. Quando for regar, evite molhar flores e botões florais. O excesso de umidade causa o aparecimento de pintinhas amarronzadas, causadas pelo fungo Botrytis cinerea.




11. Caso seja possível, mantenha molhado o chão do local de cultivo, principalmente em dias muito quentes.

12. Mantenha bandejas umidificadoras, com uma camada de pedrisco e uma lâmina de água no fundo, embaixo dos vasos de orquídeas, evitando que a água toque as raízes.

13. Regue somente quando o substrato estiver seco. Basta colocar o dedo e sentir a umidade. Alternativamente, com o tempo, adquire-se a prática de sentir o peso do vaso. Quando estiver leve, é hora de regar.

14. Periodicamente, leve todas as orquídeas para um banho debaixo da torneira, na pia, no tanque ou no box do banheiro. Caso possa fazê-lo com mangueira, no local de cultivo, melhor ainda.

15. A adubação química, dentro de casas e apartamentos, é mais recomendada por não exalar odores nem atrair insetos, problemas que costumam ocorrer com o uso de adubos orgânicos.




16. Procure adubar com metade da dose recomendada pelo fabricante, para evitar acúmulo de sais no substrato.

17. A planta precisa estar bem firme no vaso, com o auxílio de arames e tutores. As raízes de orquídeas bambas não se desenvolvem, param de crescer com o atrito intermitente.

18. Vento constante, baixos níveis de umidade relativa do ar, sol direto, mudanças bruscas de temperatura, estes são alguns dos fatores que podem fazer com que os botões florais amarelem e caiam, antes de desabrocharem.

19. Folhas amarelas nem sempre são sinal de doença. Muitas orquídeas as perdem naturalmente em um período do ciclo de vida.

20. Inspecione periodicamente as orquídeas com mais cuidado, manuseando o vaso, já que as pragas concentram-se em pontos que não costumamos visualizar.

21. Amontoar muitas orquídeas em um espaço pequeno pode favorecer o surgimento e a disseminação de doenças e insetos parasitas.

22. Ambientes fechados, com pouca ventilação, são propícios ao desenvolvimento de doenças fúngicas e bacterianas.

23. Procure dificultar o acesso dos animais de estimação ao local de cultivo, já que eles costumam mordiscar folhas e flores. Orquídeas, no entanto, não fazem mal aos bichos.

24. Orquídeas não são parasitas, carnívoras, nem venenosas!




25. Os principais artigos com dicas de cultivo já publicados no blog encontram-se a seguir: Como cuidar de orquídeas.