Como adubar orquídeas em apartamento


Micro-orquídea Epidendrum peperomia
Epidendrum peperomia

Embora todas as orquídeas necessitem de nutrientes para que seu crescimento, floração e multiplicação ocorram de forma adequada, existem particularidades quanto à adubação destas plantas, que podem variar conforme o estágio de desenvolvimento e o local em que estas orquídeas são cultivadas.

Quando integradas à natureza, aderidas aos troncos das árvores, no solo de florestas úmidas ou nas pedras das montanhas, as orquídeas conseguem obter todos os nutrientes de que necessitam através dos elementos que as cercam: animais, vegetais, o ar e a água da chuva.

Ao retirarmos estas orquídeas de seu habitat, introduzindo-as em um ambiente urbano, torna-se necessário fornecer estas substâncias de forma artificial. Aqui começa a saga de todo orquidófilo. Existe uma variedade quase infinita de opções para adubar nossas orquídeas. São fórmulas específicas para mudas, outras para induzir a floração e aquelas destinadas à manutenção das plantas.

A seguir, damos um panorama das principais opções em termos de adubação para orquídeas, focando no ambiente mais artificial possível, o apartamento. Claro que são dicas e informações aplicáveis a qualquer outro local de cultivo, guardadas algumas peculiaridades.

1. Adubação orgânica

Tecnicamente falando, a substância orgânica é aquela composta por átomos de carbono e que tenha sido produzida por seres vivos. Neste sentido, todo adubo orgânico é produzido a partir de elementos associados a alguma forma de vida, vegetal ou animal. Temos farinha de osso, torta de mamona, cascas de ovos, melaço de cana-de-açúcar, resíduos de peixes, extrato de algas marinhas, etc.

É importante salientar que muitos adubos orgânicos comumente utilizados na agricultura familiar não costumam ser aplicados às orquídeas, tais como restos de verduras e legumes (compostagem), esterco, húmus de minhoca, etc. Como são substâncias geralmente aplicadas à terra, seriam mais apropriadas para adubar orquídeas que podem ser cultivadas neste meio. Por outro lado, existem orquidófilos que utilizam até urina de cavalo em formulações de adubos para todos os tipos de orquídeas.

Em comum, todos estes ingredientes orgânicos necessitam de um passo essencial para liberar os nutrientes às orquídeas: a decomposição. É somente através da ação de fungos e bactérias, que degradam a matéria prima original, que os macro e micronutrientes essenciais ao desenvolvimento das orquídeas são produzidos e fornecidos.

Infelizmente, é justamente esta etapa que gera um problema aos cultivadores de orquídeas em apartamento. Toda decomposição provoca a liberação de gases e odores, que podem ser desagradáveis aos que estão muito próximos. Além disso, estes compostos costumam atrair insetos dos mais variados tipos. Em casas e apartamentos, onde as orquídeas ficam muito próximas às áreas de circulação de pessoas, o uso de adubos orgânicos pode trazer algumas inconveniências.


Orquídea Cymbidium
Cymbidium

2. Adubação química

Este não é um termo muito apropriado, já que tudo o que conhecemos é composto por substâncias químicas. O adubo orgânico, apesar de ser produzido por seres vivos, também é químico. Tanto que existe a química orgânica. O termo correto seria 'adubação inorgânica'.

Outro termo bastante utilizado, este mais polêmico, é 'adubação foliar'. Embora estes adubos sejam vendidos com este nome, em alusão à forma de aplicação, através do borrifar do produto sobre as folhas das orquídeas, sabe-se que a absorção de nutrientes ocorre prioritariamente através das raízes.

Detalhes técnicos à parte, o adubo químico fornece às orquídeas, de forma prática e rápida, todos os macro e micronutrientes necessários ao seu desenvolvimento. O produto pode ser vendido em pó ou em solução concentrada. Uma vez dissolvido ou diluído em água, o adubo está pronto para ser aplicado sobre as orquídeas. Para melhor absorção, a prioridade são as raízes. Mas não há mal algum em borrifar as folhas. Neste caso, a parte de baixo costuma ter mais estruturas (estômatos) que facilitam a entrada dos nutrientes.

3. Adubos mistos

Há ainda os fertilizantes organominerais, que associam compostos orgânicos a uma mistura balanceada de sais minerais, capazes de, em conjunto, prover as orquídeas de todas as substâncias necessárias ao seu crescimento, floração e multiplicação.

São considerados macronutrientes os três elementos essenciais ao desenvolvimento de todo vegetal, requeridos em maior quantidade: N (nitrogênio), P (fósforo) e K (potássio). Por isso, os adubos químicos são comumente chamados de NPK.

Igualmente importantes, os micronutrientes são necessários em doses bem menores: B (boro), Cl (cloro), Cu (cobre), Fe (ferro), Mn (manganês), Mo (molibdênio), Co (cobalto), Ni (níquel) e Zn (zinco).

Por fim, existem elementos que, embora não se encontrem presentes em todas as formulações de adubos, são igualmente importantes para a saúde e desenvolvimento das orquídeas: S (enxofre), Ca (cálcio) e Mg (magnésio). Muitas destas substâncias já são naturalmente encontradas na água, sendo que sua composição vai depender bastante da origem e da qualidade do fornecimento. Nos EUA, há fertilizantes com formulações específicas para água destilada, de chuva, dura, etc.


Micro-orquídea Epidendrum peperomia
Epidendrum peperomia

4. Como adubar

Existem alguns cuidados que devem ser tomados na hora de aplicar o adubo em nossas orquídeas. Alguns fertilizantes orgânicos podem queimar as raízes, caso entrem em contato direto. Neste caso, o aconselhado é que se coloque o produto na beirada do vaso.

No caso de orquídeas cultivadas em placas de madeira ou cascas de árvores, o ideal é que o adubo orgânico seja colocado em sachês (de tule, por exemplo). Assim, durante as regas, os nutrientes vão sendo gradativamente liberados.

Particularmente, eu apenas utilizo adubos químicos, do tipo NPK com macro e micronutrientes. Não me prendo a uma marca específica, apenas fico atento ao rótulo e à composição química. Também dou preferência àqueles que encontro mais facilmente. Existem ótimas formulações no mercado, especificamente desenhadas para a nutrição de orquídeas. Neste caso, o importante é evitar borrifar o produto sobre flores e botões florais.

Além do adubo em pó ou líquido, existem formulações em grânulos ou esferas que liberam lentamente os nutrientes ao longo de vários meses. A aplicação é bastante prática e bem menos frequente. O intervalo de adubação, neste caso, varia conforme o produto e a tecnologia utilizada. Eu evito este método porque costumo regar minhas orquídeas na banheira, com o chuveirinho. Neste caso, todo o adubo seria perdido rapidamente.

Como uma regra geral, os adubos destinados à manutenção das orquídeas possuem níveis equivalentes de nitrogênio, fósforo e potássio. São as famosas formulações 10-10-10 ou 20-20-20. Os adubos para mudas ou plantas jovens, com fórmulas para estimular o crescimento, são mais ricos em nitrogênio (30-10-10). Já as formulações destinadas a promover a floração contêm o elemento fósforo em maior concentração (10-30-10).

5. Quando adubar

O melhor horário para adubar orquídeas é quando o sol estiver ameno. Pode ser no começo da manhã ou no final da tarde. Caso as orquídeas estejam em local descoberto, é importante ficar atento à meteorologia e aplicar o fertilizante quando não há previsão de chuvas, para evitar desperdícios.

A frequência da adubação vai depender do tipo e estado físico dos nutrientes. Caso seja um adubo orgânico sólido, a aplicação costuma ser bem esparsa, a cada três meses ou mais. Este intervalo também vale para os adubos químicos em forma de grânulos ou esferas de liberação lenta.

A adubação chamada de foliar, sob a forma líquida, pode ser aplicada semanal ou quinzenalmente. Eu costumo aplicar todas as semanas, com uma concentração na metade da dose indicada pelo fabricante. É sempre importante tomar cuidado para não aplicar fertilizantes em excesso. O acúmulo de sais no substrato é mais prejudicial do que a falta da adubação. Excepcionalmente, as orquídeas do gênero Vanda podem receber doses quase que diárias de adubo, já que vivem com as raízes nuas, sem substrato.


Por fim, a verdade é que cada um acaba se identificando com um esquema particular de adubação, observando a resposta de suas orquídeas. Neste quesito, nada é definitivo, não há verdade absoluta. O único consenso é que as orquídeas necessitam de muito pouco para crescerem de forma saudável. O excesso sempre será mais prejudicial do que a falta.

Para conhecer esquemas específicos de adubação empregados por orquidófilos experientes, vale a pena ler algumas das entrevistas publicadas aqui no blog.


Outras informações, mais especificamente sobre outros aspectos do cultivo de orquídeas em interiores, podem ser encontradas no artigo abaixo:




38 comentários:

  1. Maria rita cabral15 de maio de 2015 22:16

    Sempre aprendo muito com vc excelente

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Maria Rita, tudo bem? Imagine, muita bondade sua! Sou eu que admiro bastante o seu cultivo integrado à natureza e tenho sempre o privilégio de aprender com a sua experiência! Muito obrigado pela visita e pelo apoio, sempre!

      Um grande abraço!

      Excluir
  2. Sempre me sinto insegura, quando se trata de adubação… Uma luz, quando leio teus artigos, didáticos e esclarecedores, fazendo tudo se tornar tão mais fácil. Obrigada por mais este!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Alexia! Fico muito contente por saber que o artigo lhe foi útil! Você sempre muito gentil, agradeço de coração pelos seus comentários de apoio a este trabalho!

      Um grande abraço!

      Excluir
  3. Obrigada por nos esclarecer tantos detalhes tão bem explicadinhos. Sucesso.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tudo bem, Ana? Que bom saber que gostou do artigo, fico contente! Muito obrigado pelo comentário e pelas palavras de apoio!

      Um grande abraço!

      Excluir
  4. Saludos, Sergio. Gracias por toda este importantísima información. Yo fertilizo mis orquídeas semanalmente, aplicando un régimen donde intercalo los fertilizantes, una semana “mantenimiento”, otra floración, otra “crecimiento, ya así. Tengo una duda. ¿es verdad que antes de fertilizar las orquídeas es necesario regarlas previamente? He leído que necesitan estar húmedas, sin embargo conozco cultivadores que les aplican el fertilizante estando las plantas secas, porque ellos dicen que el fertilizante viene diluído en agua. Tengo esta duda.
    Un abrazo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Elizabeth! Imagine, eu que agradeço a você pela visita e pelo comentário!

      Esta é uma ótima questão! Também leio recomendações de regar as plantas antes, para somente depois aplicar o adubo. Eu acho que, fazendo isso, saturamos o substrato com água e a solução de adubo escorre muito rapidamente, sem dar tempo das raízes absorverem os nutrientes. Eu prefiro aplicar o adubo quando o substrato está úmido, porém não encharcado. Geralmente, faço a adubação um dia após a rega. O perigo de adubar com o substrato muito seco é que ele retém demasiadamente os sais, podendo ficar saturado.

      Muito obrigado pela visita e pela participação!

      Um grande abraço!

      Excluir
  5. Elizabet HeringerTebas15 de maio de 2015 22:17

    Sergio, conhecer seu blog, foi uma das melhores coisa que me aconteceram nos últimos tempos, relacionadas as minhas orquideas! Suas dicas são fáceis de serem entendidas, e aplicadas ao cultivo .Muito obrigada por partilhar o seu conhecimento conôsco.Um grande abraço.Bete Heringer

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Bete, tudo bem? Imagine, muita gentileza sua! Seu comentário me deixa bastante contente, que bom saber que as dicas têm sido úteis para o seu cultivo. Eu que agradeço a você por nos acompanhar e apoiar, sempre! Muito obrigado pela visita!

      Um grande abraço!

      Excluir
  6. Vinicius de A. Xavier15 de maio de 2015 22:18

    Oi Sergio. Vc sempre nos ajudando a achar o caminho nessa empreitada que é cultivar orquídeas nos apês. Imagine vc que meu apertamento nem varanda tem, as coitadinhas vivem a base de luz artificial. Muito obrigado por mais essa dica de cultivo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Vinicius! Que bom saber que está gostando das dicas! Parabéns pelo seu cultivo em apartamento, que ótimo saber da sua experiência com luz artificial. Muito obrigado pela visita e pelo comentário!

      Um grande abraço!

      Excluir
  7. Olá Sérgio,
    Estou viajando e apesar de algum dificuldade para acessar a internet, não pude resistir e priorizei por ler o seu link. (já estava com saudades). Mais uma aula de mestre. Muito obrigada por tamanha generosidade em compartilhar seus conhecimentos. Um grande abraço.
    Vera

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Vera, que legal! É sempre uma honra receber a sua visita, ainda mais estando em viagem. Fico feliz por saber que gostou do artigo! Imagine, eu que agradeço de coração pela visita e pelo comentário!

      Espero que aproveite bastante e retorne em tranquilidade. Um grande abraço!

      Excluir
  8. Hoy aprendi mucho con tus recomendaciones para mis orquideas. Quiero verlas floreciendo y hermosas. Gracias..

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Eloina! Tudo bem? Que bom saber que está gostando das informações! Espero que suas orquídeas a recompensem com belíssimas florações!

      Muchas gracias y un grande abrazo!

      Excluir
  9. Ganhei algumas orquídeas e quero conserva-las, mas tenho dúvidas de como regá-las e com que frequencia, pode me orientar??

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Angela, tudo bem? A frequência das regas vai depender muito do clima da sua região, do tipo de vaso que você usa, do substrato, da espécie de orquídea cultivada. O ideal é saber todos estes parâmetros e regular a frequência de acordo. De modo geral, você só deverá regar a orquídea novamente quando o substrato estiver seco. Aqui neste artigo tem todas as informações sobre o asssunto:

      Como cultivar orquídeas: Água

      Excluir
  10. Querido,

    A orquídea Phalaenopsis pode ser adubada com que frequência?

    Vai ser junto com a rega?

    Se fizer adubação foliar, não precisa de radicular?

    Minha orquídea já tem flores… Qual seria a proporção do NPK?

    Seu blog é maravilhoso! Sucesso sempre!

    Cristina

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Cristina, tudo bem?

      Como sua orquídea está com flores, você não precisa se preocupar com a adubação, por enquanto. Quando todas as flores tiverem caído, pode-se começar a adubar semanalmente. O adubo indicado é o de manutenção, que contém níveis equivalentes de NPK (10-10-10, 20-20-20, etc.). É importante que ele tenha micronutrientes. A adubação pode ser feita na planta toda (foliar e radicular), tudo ao mesmo tempo. O principal meio de absorção dos nutrientes é via raiz. Quando adubar, é bom evitar regar em seguida. Eu adubo um dia após a rega, mas é uma questão de preferência.

      Que bom saber que está gostando do blog! Muito obrigado pela visita e pelo apoio!

      Um grande abraço!

      Excluir
  11. Olá! Não entendo nada sobre orquídeas. Achei seu blog e estou maravilhada. E tenho uma dúvida. Ganhei uma orquídea em um arranjo, percebi que estava murcha e as folhas com aparência de mortas. Tirei no arranjo e vi que tinha uma poça de água no plástico que envolvia. Retirei e ela estava ateada em cascas de árvores e outros similares. Desesperada, movi toda ela pra um vaso com terra. Está certo? O que faço para que ela não morra?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Patrícia! Que pena, sinto muito pela sua orquídea. De fato, não é bom que ela tenha água acumulada no fundo do vaso. Mas a maioria das orquídeas não vive na terra. Elas costumam ser cultivadas em uma mistura própria para orquídeas, que contém casca de pinus, carvão vegetal e fibra de coco. Seria preciso tirá-la da terra e plantá-la em um vaso de plástico ou de barro com este substrato para orquídeas. Espero que dê tudo certo, muito obrigado pelo contato!

      Um grande abraço!

      Excluir
  12. Olá..... Parabéns pelo blog......
    Tenho orquideas em meu apto, moro no oitavo andar....
    Elas estão lindas e sempre brotam folhas....
    Mas, não FLORESCEM......
    Aplico o adubo 10 10 10 quinzenalmente..... Preciso trocar o adubo?
    A iluminação é muito boa, ficam perto de janela..... obrigada!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Marcia, tudo bem? Que bom, muito obrigado pela visita e pelo apoio! No seu caso, como tudo parece estar certo, você pode tentar um adubo específico para floração. Ele tem um teor maior de fósforo, o número do meio. Você pode intercalar com o que utiliza para manutenção.

      Um grande abraço!

      Excluir
  13. Olá, Sergio,

    gostei bastante das suas explicações, muito claras.
    Costumo adubar minhas orquídeas com composto orgânico de torta de mamona e farinha de osso a cada três meses. Há algum tempo elas não dão flores. Preciso aumentar a dosagem de algum dos componentes? Qual a proporção? Mora num apartamento com uma varanda muito ventilada e estou hesitante quanto a colocá-las na varanda devido ao vento. O que você recomendaria neste caso?
    Desde já agradeço.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, tudo bem? Que bom que gostou, muito obrigado pela visita! No seu caso, eu sugeriria continuar com o adubo orgânico e passar a utilizar um fertilizante específico para floração. Ele contém um maior teor de fósforo, a letra P do NPK. Você pode pulverizá-lo a cada quinze dias.

      Eu sempre acho melhor cultivar na varanda, apesar do vento. A umidade e luminosidade são melhores, em relação ao interior do apartamento.

      Um grande abraço!

      Excluir
  14. Oi Sérgio, amo suas matérias! Estou com o MESMO problema da lírio Lilian, mas EU adubo a cada 15 dias com adubo pra floração da sempre verde, só q a fórmula eh 12 20 20 e 1 de cálcio, quando comecei a uns três meses atrás, elas reagiram bem, soltaram brotos e raízes, mas agora estacionou, os brotos das chuva de ouro estão com uns 5 cm e não crescem mais, as raízes continuam crescendo mas bem mais lento do q no início, as denphal e dendrobiuns estão um pouco maiores uns 15 cm mas tbm estacionaram...o q faço ?desde já agradeço... Thais

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Thais, tudo bem? Fico feliz por saber que tem gostado das matérias! Sendo que você está adubando corretamente, uma medida que vai ajudar bastante na floração é o quesito luz. Caso você consiga fornecer mais luminosidade, sem queimar as folhas, elas responderão melhor, em termos de flores e crescimento. Deixo o link para um artigo com mais detalhes:

      http://www.orquideasnoape.com.br/2013/08/como-fazer-sua-orquidea-florescer-luz.html

      Muito obrigado pela participação!

      Um grande abraço!

      Excluir
  15. Olá, Sérgio! Gosto muito de suas publicações. Sempre que preciso, recorro ao "Orquídeas no apê"kkk. Pois então, ganhei uma denphal e pela primeira vez ela está brotando. Resolvi adubá-la com aqueles fertilizantes líquidos West Garden,pronto para o uso. Percebi que após o uso, algumas das raízes novas do broto secou suas pontas que estavam em desenvolvimento. A orquídea se encontra em minha sala próxima a varanda onde recebe iluminação à tarde. Será que a iluminação do Sol juntamente com o fertilizante trouxeram consequências negativas para as raízes? Obrigada! Ruth

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tudo bem, Ruth? Que alegria saber que está gostando do blog! Muito obrigado pela companhia e apoio!

      De fato, a adubação, química ou orgânica, quando em contato com as raízes, pode queimá-las. Isso ocorre quando as substâncias estão muito concentradas. Mas não há de ser nada grave. Novas raízes virão. O importante é não deixar acumular sais da adubação no substrato.

      Um grande abraço!

      Excluir
  16. Olá, gostei muito das dicas, pois Amo orquídeas e só pouco consegui algumas, como moro em apartamento quero saber como cuidar delas, e de todos os blogs que entrei o seu foi o melhor, pois esclareceu muitas das minhas dúvidas obrigada.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Luciene, tudo bem? Fico muito feliz em saber que está gostando das dicas! Imagine, eu que agradeço pelo carinho do seu comentário!

      Um grande abraço!

      Excluir
  17. Obrigada Sérgio por mais essa luz , adorei o artigo ,pois sou leiga no assunto,apesar de gostar de orquídeas.Deus o abençoe . Abraço

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Sandra, tudo bem? Amém, que alegria saber que gostou do artigo! Muito obrigado pelo carinho da sua mensagem!

      Um grande abraço!

      Excluir
  18. Olá Sergio, eu cultivo orquideas a mais ou menos um ano, e tenho de vários tipos, de phaleanopsis e cattleyas a vandas e capanemias, tanto em troncos, não em árvores mas em troncos que encontrei e resolvi pendurar orquideas neles, minha duvida é se eu posso adubar minhas orquideas com o adubo foliar/quimico e com o organico(pó de osso, e outros) pois costumos adubar folialmente a cada 15 dias e a cada 4 meses o organico, por serem dois tipos diferentes de adubos, isso pode ser ruim pra minha orquidea? Outra duvida que tenho, e essa é sobre minhas orquideas que estão nos troncos, se todas as raizes de uma orquidea secarem e os bulbos começarem a murchar(no caso seria uma cattleya) eu devo ja tirá-la do tronco pois não tem salvação? Ou devo esperar? Pois tenho uma phaleanopsis que está no tronco, todas as folhas secaram e cairam porém depois que as raizes ja haviam fixado no tronco então eu não a tirei de lá e agora ela está soltando um keike, tem riscos de isso acontecer também com a cattleya ou elas são sem chance de salvação quando isso acontece?
    Obrigado pelo blog, você realmente nos ajuda muito a compreender as orquideas 💜

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Dave, tudo bem? Que alegria ler sua mensagem, parabéns pelo cultivo! Sim, você pode borrifar o adubo químico nas orquídeas afixadas aos troncos. É mais prático do que o orgânico, que precisa ser colocado em sachês e pendurado sobre as plantas. Mas você pode usar ambos, se preferir. Eu uso somente o químico.

      Eu deixaria as orquídeas no tronco, mesmo secas. Elas podem brotar novamente, como a sua Phalaenopsis. Tirá-las de lá vai gerar um novo stress e perda de raízes. Aproveite que estão aderidas e torça para que novos brotos surjam. Boa sorte e muito obrigado pelo comentário de apoio!

      Um grande abraço!

      Excluir
  19. Oi, Sergio. Tenho uma dúvida que me "aterroriza" (rs). Sempre que as espatas começam a aparecer, suspendo a adubação pq me dizem que não devo adubar nesse momento. Mas fico com a sensação da incerteza. As vezes até esqueço e adubo. E lá vem o calafrio do erro iminente (rs). Afinal, devo ou não continuar com a adubação. Beijos procê, querido.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Maria Elizabeth! Tudo bem? Muito boa a sua pergunta! Eu costumo me basear no que acontece na natureza, onde o suprimento de nutrientes continua inalterado, estando a orquídea florida ou não. E não tenho observado problemas nas florações.

      Algumas orquídeas, como algumas espécies de Dendrobium, por exemplo, beneficiam-se da redução de adubo durante o inverno, juntamente com o stress hídrico.

      Muito obrigado pela visita e pela participação! Grande beijo!

      Excluir