Onde não comprar orquídeas


Sophrolaeliocattleya Golden Acclaim 'Richella' e Laelia alaorii x Laelia sincorana
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O simples ato de comprar orquídeas pode trazer embutidas algumas questões éticas e legais, das quais geralmente não nos apercebemos. Hoje, vamos falar sobre três situações que devemos evitar, ao adquirirmos um novo exemplar para nossas coleções.

No início do século XIX, as orquídeas eram maciçamente extraídas de seus habitats e levadas para a Europa. Lá, eram cultivadas em estufas quentes e fechadas, onde acabavam definhando, por falta de condições adequadas de cultivo. Neste período, o velho mundo tornou-se conhecido como o grande túmulo das orquídeas tropicais.

Este comportamento predatório, do início da orquidofilia, infelizmente ainda prevalece nos dias de hoje. Embora a coleta de orquídeas tenha sido inicialmente importante para estudá-las, classificá-las e reproduzi-las em grande quantidade, de modo que todos tenham acesso a estas belas plantas, atualmente, este procedimento não é mais admissível.

Neste contexto, só há duas formas de comercializar orquídeas: a legal e a ilegal. O procedimento legal envolve o cultivo de matrizes, a sua reprodução e semeio em laboratório e a espera por longos anos até que as mudas floresçam. O produtor precisa estar registrado junto aos órgãos competentes, pagar impostos e funcionários. O comerciante ilegal apenas tem o trabalho de arrancar as orquídeas das árvores, nas matas em que vivem. 

Portanto, em que situações devemos evitar comprar orquídeas:

1. Na rua


Aqui em São Paulo, é muito comum que, no entorno das exposições de orquídeas, existam vendedores oferecendo centenas de plantas coletadas da natureza, geralmente nas calçadas. Obviamente, os preços são bem inferiores aos praticados no comércio legalizado. Infelizmente, observo que ainda existe uma grande procura por este tipo de produto.

2. Na internet


Recentemente, houve uma grande polêmica nas redes sociais em relação à coleta ilegal de orquídeas. Algumas pessoas publicaram fotos de centenas de plantas coletadas e estavam tentando vendê-las pela internet. Este é outro local em que é fácil ser enganado. Não conhecendo o vendedor, nem a procedência da planta, é aconselhável manter-se afastado deste tipo de comércio virtual.

3. Sem identificação


Muitas vezes, encontramos uma orquídea em feiras, exposições e demais eventos, e somos levados à compra por impulso. O problema é que, muito frequentemente, não fazemos ideia da origem ou nome da nova aquisição. Este é outro comportamento que deveria ser evitado, já que a planta pode definhar nas nossas mãos, simplesmente porque não sabemos de quem se trata. Além do prejuízo, estamos fomentando uma prática que não é correta, a de vender orquídeas sem identificação.



32 comentários:

  1. Sempre é válido ouvir comentários oportunos sobre a aquisição de plantas. Observações valiosas! Obrigada...

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    1. Oi, Alexia, que bom saber que gostou do artigo! Fico contente, muito obrigado pelo apoio do seu comentário!

      Um grande abraço!

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  2. Angelo Marcos Oliveira4 de junho de 2014 19:50

    Tema interessante esse. Lembrando que, se não houver quem compre não haverá quem venda. Infelizmente sempre existirá quem queira tirar vantagem dessas situações.
    Parabéns pela consciência ambiebal que você possui e que essa postagem atinja o máximo possível de pessoas.

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    1. Oi, Angelo, é verdade, bem lembrado! Tomara, sim, que estas informações sejam cada vez mais difundidas e colocadas em prática. Muito obrigado por ler e comentar o artigo, agradeço pelo apoio!

      Um grande abraço!

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  3. Ei, Sérgio. Como sempre, seu artigo é bastante esclarecedor... Para nós biólogos, a coleta de espécimes da natureza, sem que haja um profundo rigor metodológico e, exclusivamente para fins científicos, constitui-se um crime doloso que fere a nossa constituição preservacionista! E que deveria constranger qualquer indivíduo que habita esse planetinha azul: infelizmente ainda existem muitos predadores, que só visam o lucro fácil e não pensam nas gerações futuras que não mais poderão apreciar uma orquídea em seu ambiente natural. Excelente argumentação e que nos faz ficar atentos a nossa prática na aquisição de nossas meninas. Paz e bem a todos...

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    1. Oi, Roseana, minha colega de profissão e infortúnio! De fato, é muito triste constatar que, ainda hoje, depois de tantas espécies praticamente extintas, ainda presenciamos a coleta predatória com fins puramente comerciais.

      Que ótimo ler seu comentário, muito obrigado pela valiosa contribuição, que só vem a enriquecer o tema tratado. Agradeço pelo apoio e consideração!

      Um grande abraço!

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  4. Parabéns meu amigo vc sempre fazendo o melhor . concordo com vc , se comprarmos nossas orquideas sem procedência alimentamos o crime que estão fazendo com a natureza . aqui onde moro tina muitas e eu gostava de ir la na época de floração só pra registra a beleza de ver elas em habitat natural , mas infelizmente tive a triste visão , não havia mais nem uma . retiraram todas até as das copas que eram muito altas . denunciar como se não sabemos quem fez e quando fez . triste isso .

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    1. Oi, Ivete, tudo bem? Nossa, que triste este fato. Parabéns pela belíssima atitude de apenas contemplar as orquídeas na natureza. Que pena que nem todos tem este discernimento. Que bom saber que gostou do artigo, muito obrigado pela visita e pelo valioso comentário!

      Um grande abraço!

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  5. Oi Sergio parabéns pelo belissimo artigo e dica de como adquirir nossas orquideas,Deus te abençoe abraços

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    1. Oi, Ieda, amém! Que ótimo ler seu comentário, muito obrigado pelas palavras de apoio e carinho! Fico feliz por saber que gostou do artigo!

      Um grande abraço!

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  6. Angelo Marcos Oliveira4 de junho de 2014 23:21

    Consciência "ambiebal" é muito boa kkkk, eu quis dizer ambiental. Desculpe o erro, é que digitei pelo teclado do celular e me atrapalhei com as letras.

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    1. Imagine, Angelo! Sem problema algum! Estes teclados de celular vivem nos pregando peças! Abraços!

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  7. Olá Sérgio,
    Mais uma vez apreciei muito o conteúdo desta sua publicação e do qual partilho plenamente a mesma opinião. Se já era pouco ou nada compreensível a atitude do passado, hoje em dia é completamente inaceitável. A natureza, tal e qual ela existe, é o mais importante património da humanidade e não apenas de alguns. Hoje temos imensas formas de adquirir plantas maravilhosas sem causar danos no ambiente natural. Estas, as do ambiente natural, temos, por vezes, o privilégio de apreciá-las in loco no seu melhor e levar connosco apenas algumas fotos para apreciar em casa e partilhar com os amigos. Divulgar e conscientizar também é proteger.
    Um grande abraço

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    1. Oi, Américo, tudo bem? Que ótimo saber que gostou do texto! Para mim, é muito importante ler o seu comentário e saber a sua opinião sobre o assunto. Concordo totalmente com você e admiro bastante a sua atitude de fotografar as orquídeas nativas. Muito obrigado pela participação!

      Um grande abraço!

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  8. Oi Sérgio,
    Gostei muito das dicas, eu sei alguma coisa sobre legislação ambiental e por isso nunca realizei nenhum desses tipos de compra e nem nunca extrai orquídeas da natureza. Já recolhi muitas bromélias do chão, que normalmente seriam varridas e jogadas no lixo. Já recolhi também algumas orquídeas bem simples tipo chuva de ouro que caem de árvores mais velhas e muito cheias, mas tudo isso aqui na zona urbana mesmo. As compras que já fiz foram em supermercados e floriculturas, já pensei muitas vezes em comprar em orquidários especializados pela internet mas nunca me aventurei, um dia talvez eu o faça. Uma vez vi na internet que haveria uma restrição para ter mais do que 40 exemplares de orquídea em casa sem uma licença, não sei até que ponto isso é verdade e se puder esclarecer seria muito bom. Aqui em Porto Alegre é muito comum que haja a venda de orquídeas na rua, já presenciei várias vezes. Porém, o que acontece sempre por aqui é o comércio de orquídeas extraídas da natureza por índias que ficam nas calçadas do centro comercializando também alguns artefatos que elas mesmas fazem. Não é incomum encontrar índias com grandes touceiras que foram obviamente retiradas da mata. Eu nunca comprei, mas vejo que algumas pessoas compram. Eu fico muito triste pelas orquídeas mas, sinceramente, não tenho coragem de denunciar as índias. Faço graduação em ciências sociais, tenho muitos colegas antropólogos que estudam a causa indígena, sei como é complicada aqui na nossa cidade a relação entre os índios e o meio urbano. Também sei que eles passam por muitas privações, violência e essas índias em sua maioria são acompanhadas por crianças muito pequenas. Então existe um grande dilema ético entre a causa das orquídeas extraídas ilegalmente e a situação de vulnerabilidade dessas índias. Eu opto por não denunciar, os humanos ainda ficam dentro da minha concepção ética em primeiro lugar, especialmente as crianças. O ideal seria que isso não acontecesse, nem com as orquídeas e nem com as índias que recorrem a esse comércio para se manterem. Porém, é uma questão extremamente complexa para a qual eu realmente não saberia traçar uma solução ideal já que não é um campo no qual eu tenha experiência. Enfim... um breve panorama do que acontece aqui na minha região. Abraços.

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    1. Oi, Jade, que triste! De fato, é uma situação bastante complexa, tanto do ponto de vista ambiental como social. Não estava por dentro desta situação indígena, muito obrigado pelo seu relato e por compartilhar a questão.

      Quanto à questão das 40 orquídeas, de fato, vi esta informação ser veiculada na internet. Também soube de uma grande apreensão da Polícia Ambiental, de uma colecionadora. Segundo a orquidófila Lou Menezes, do IBAMA, esta ação da polícia foi equivocada. Não existe restrição quanto ao número de orquídeas que se pode cultivar, desde que não sejam plantas nativas retiradas da natureza. Mas é uma questão complicada e nebulosa, ainda.

      Muito obrigado pela valiosa contribuição ao tema do artigo, suas informações sempre vêm enriquecer a discussão.

      Um grande abraço!

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  9. Encontrei um artigo de um jornalista que fala um pouco sobre o problema que eu expus no outro comentário. O artigo explica bem a "bronca", é uma situação muito triste mesmo. http://rsurgente.opsblog.org/2012/10/18/orquideas-pelas-esquinas-sujas-do-centro-de-porto-alegre/

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    1. Opa, que ótimo, Jade! Vou ler com carinho, muito obrigado por compartilhar! Abraços!

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  10. Um ótimo e iluminado post,Sérgio!!! Um bom alerta sobre as formas mais adequadas de aquisição dessas belas plantas, evitando e combatendo a venda ilegal e predatória. Infelizmente,meu amigo, sei que vivemos num país em que as práticas ilegais são disseminadas de maneira bem popular, e devido à diferença no valor dos preços, muitas pessoas realmente acabam cedendo à tentação de adquirir suas plantas por esse processo tão predatório e que só contribui para provocar danos ainda maiores à nossa biodiversidade. Sei que por aqui no Rio de Janeiro, principalmente pelas estradas e nas regiões mais afastadas, este comércio ilegal é mantido sem maiores consequências...Eu mesma já vi muitos "vendedores" de orquídeas desse tipo, ao longo das rodovias e nos cantos turísticos de nossas serras. Espero que através de uma educação ambiental melhor e de uma consciência ecológica mais disseminada, esses problemas possam ser evitados,mas por enquanto, ainda estamos um pouco distantes deste ideal...Mas é muito importante falar sobre esse importante assunto e alertar as pessoas que tanto amam e querem o bem de nossa flora.
    Parabéns pelo post e tudo de muito bom pra você e tuas queridas orquídeas!
    Teresa

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    1. Oi, Teresa, tudo bem? Que bom saber que gostou do texto, é sempre uma alegria e uma honra ler as opiniões dos meus colegas biólogos! Concordo com você, é uma triste realidade que parece estar longe de ser mudada.

      Mas muito obrigado pela visita e pela participação, sempre carinhosa e valiosa!

      Um grande abraço!

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  11. Sérgio, voltei para acrescentar que li o comentário acima da Jade, e sei o quanto realmente é difícil a gente lidar com a questão ambiental diante da miséria e dificuldade que passam muitos seres humanos. Por isso, também nunca penso em denunciar estes vendedores de beira da estrada, que bem ou mal, não têm idéia do que fazem e pensam,na sua maioria, em apenas garantir uma renda para suas famílias. Realmente é uma dura realidade, e que acredito, só pode ser melhorada à partir de uma política ambiental voltada para o lado humano da questão, onde por exemplo, os vendedores poderiam passar à se dedicar ao cultivo legal ou mesmo no auxílio das áreas florestais. No Espírito Santo, por exemplo, conheci pessoas que antes faziam a coleta dos ovos de tartaruga nas praias, e hoje, são guias turísticos e ajudam à preservar a desova desses animais...Ou seja, é possível sim modificar a ação humana e transformá-la de predatória à defensora do nosso patrimônio natural. Mas para isso, é preciso uma política ambiental engajada e mais educação ambiental do nosso povo. Por isso, disse que acho que ainda temos de caminhar muito, mas que sempre é possível se encontrar um novo caminho e um melhor relacionamento entre o humano e a nossa natureza...Um desafio nosso de cada dia!
    Abraço, querido amigo, e obrigada por compartilhar esta questão conosco!
    Teresa

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    1. Pois é, Teresa, são tantos problemas que ficamos sem saber como proceder. Mas adorei o seu testemunho sobre os coletores de ovos de tartaruga. Que lindo exemplo de transformação e superação! Com certeza, um desafio que vale a pena ser encarado.

      Mais uma vez, muito obrigado pela importante contribuição!

      Um grande abraço!

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  12. Salve Sergio. Excelente seu blog bem como todas as suas fotos.Parabéns pela consciência ambiental. Precisamos preservar a Mãe Natureza de todas as formas , pois ela é a dona de tudo e de todos. ela é que nos sustenta de todas as formas. Nós precisamos dela. Ela não precisa de nós. Sou colecionador de orquídeas do RJ. A propósito, tenho uma variação da C.mini purple que é a mini purple hills. Se o amigo se interessar, entre em contato comigo. Voce está no meu facebook. Meu perfil é Alexander Orchids. Parabéns mais uma vez e se precisar estarei á disposição. Saúde e Paz!!!!

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    1. Oi, Alexander, tudo bem? Que ótimo vê-lo por aqui! Concordo plenamente com você, somos nós que dependemos dela.

      Que interessante, não conhecia esta variedade de Mini Purple Muito obrigado pela visita e pela mensagem, é um prazer ter a sua participação aqui no blog!

      Um grande abraço e tudo de bom!

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  13. Respostas
    1. Oi, Debora, que bom que gostou! Muito obrigado por ler e comentar o artigo!

      Um grande abraço!

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  14. Marta Oliveira de Abreu15 de maio de 2015 22:46

    Ola Sérgio
    Vc nao ficara satisfeito em me conhecer…sou assassina de orquideas! Sem querer, claro! Vou a varias exposições, converso com os expositores, compro as mudas( pq saem mais em conta), penso que faço tudo direitinho…mas, passado algum tempo as pobrezinhas começam a definhar e…..decidi nao adquirir mais nenhuma! Mas, ganhei de presente no meu aniversario uma linda! Amarelinha….vamos ver até onde a pobrezinha suportara….
    Gostei mt de conhecer vcs…estou morando em Cabo Frio, amanha vou a uma exposicao…só ver…
    Sucesso! Abracao…
    Marta

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    1. Oi, Marta! Tudo bem com você? Imagine, nem pense nisso! Acho que todos nós que amamos orquídeas já matamos várias delas, involuntariamente! O importante é não desistir. Fico feliz por saber que ganhou mais uma, tenho certeza que vai cuidar super bem dela. Que ótimo receber a sua visita, seja muito bem-vinda! Super obrigado pela simpática mensagem, adorei!

      Um grande abraço!

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  15. Olá Sérgio,
    Virei sua fã e desde que conheci seu site não consigo parar de acessá-lo =)
    Fazem uns três meses que me apaixonei por orquídeas e desde então já tenho uns 20 exemplares em casa. Como sou iniciante não me atentava a certos detalhes como identificação e isso hoje é um sério problema pois tentar identificar somente com base nas imagens que encontramos na internet é muito difícil e incerto.
    A maioria dos orquidários que encontro na cidade não tem esse cuidado de vender plantas identificadas e iniciantes não tem o cuidado ou a noção de pedir a identificação.
    Por enquanto nenhuma delas morreu, vou tentando identifica-las e cuidar da melhor forma possível.

    Aproveito para perguntar se você indica algum livro, artigo ou “chave” que ajude na identificação.

    Parabéns pelo trabalho!!!

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    1. Oi, Raquel! Tudo bem? Fico muito feliz por saber que está gostando das postagens, muito obrigado pelo apoio!

      Parabéns pela coleção e pelo cuidado de identificar suas orquídeas. De fato, é um passo muito importante.

      Acho que a principal ferramenta para identificar suas orquídeas é a própria internet. Existem fóruns e grupos de discussão nas redes sociais onde as pessoas podem submeter as fotos de suas orquídeas floridas e os especialistas tentam identificar. Vale a pena participar. As orquídeas híbridas são mais difíceis de serem nomeadas. Eu não sou expert em identificação, mas caso queira enviar alguma dúvida, estou à disposição!

      Muito obrigado pela mensagem e pelo incentivo!

      Um grande abraço!

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  16. Oi, Sergio
    Faço parte de um grupo de orquideas no face e sempre saliento que não devemos comprar orquideas sem identificação. Primeiro pq não sabemos sua procedência(normalmente nativas). Segundo sempre pergunto como é possívels cultivar uma planta desconhecendo suas características. Se é própria para nossa região, se gosta de umidade, inúmeros "se". Mas ainda noto arraigado nas pessoas a força do "possuir" independente do que isso possa acarretar ao meio ambiente. A educação ambiental ainda está longe de fazer parte do comportamento cotidiano das pessoas. Mas vamos fazendo a nossa parte, não é mesmo?...rs...Vou compartilhar seu texto no meu grupo, já pedindo permissão e pegando..rsrsrs

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    1. Oi, Maria Elizabeth, que interessante! Você está certíssima, parabéns pelo belo trabalho de conscientização! Aos poucos, vamos tentando mudar este panorama. Mas que ótimo, fique à vontade para compartilhar o artigo no seu grupo! Muito obrigado pelo apoio!

      Um grande abraço!

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