5 dicas para não comprar orquídeas


Orquídea Epidendrum fulgens
Epidendrum fulgens

Quando comecei a cultivar orquídeas, não podia sair de uma exposição sem ao menos uma planta na mão. Se não o fizesse, era tomado por uma sensação de vazio, como se o passeio não houvesse acontecido. Contudo, com o passar do tempo, reparei que acumulavam-se em minha coleção orquídeas sem identificação, sofridas por não terem se adaptado ao local, ou mortas mesmo. Todas compradas por impulso. Discuti um pouco sobre a questão do consumismo em um artigo aqui no blog, há algum tempo.

Hoje, gostaria de dar algumas dicas para evitar a compra desnecessária de orquídeas. Com a economia gerada por estas atitudes, sobram recursos para adquirir plantas melhores e mais indicadas para o nosso ambiente de cultivo.

1. Orquídeas que dão keikis


A palavra keiki significa bebê, em havaiano. Ganham esta alcunha carinhosa os pequenos brotos que nascem ao longo dos caules de algumas orquídeas, como Dendrobium e Epidendrum. Algumas destas plantas, como o Epidendrum fulgens da foto acima, também emitem keikis a partir das hastes florais, após o término da floração. Todos estes brotos tornam-se plantas adultas em um tempo infinitamente menor do que se tivessem nascido de sementes. Com tamanha profusão de mudas, é muito fácil trocá-las ou ganhá-las de parentes e amigos. Minhas orquídeas destes gêneros estão sempre soltando keikis e eu, volta e meia, encontro uma vítima para presentear com as mudas.

2. Orquídeas que não gostam da gente


É triste, mas é um fato. Algumas orquídeas, por mais que as amemos, não vão com a nossa cara. Ou melhor, não vão com a nossa sacada, varanda ou parapeito. Comprei e perdi vários exemplares do gênero Vanda, que admiro bastante. Ocorre que, na nossa varanda dos ventos uivantes, no 10º andar, estas orquídeas dificilmente sobrevivem. Aceitar isto e dedicar-se ao cultivo de espécies que adaptem-se ao nosso local de cultivo pode nos poupar de vários desgostos e prejuízos.

3. Trocas de orquídeas


Frequentemente, ao longo da nossa trajetória orquidófila, acabamos com vários exemplares repetidos da mesma orquídea. Esta é uma excelente oportunidade de aumentar a coleção sem causar um rombo na carteira. Nas redes sociais, existem vários grupos dedicados à troca de orquídeas entre seus membros. No entanto, é muito importante tomar bastante cuidado com esta atividade. Muitos já caíram em golpes, outros já tiveram plantas apreendidas durante o envio ou simplesmente tiveram dores de cabeça com problemas de comunicação. Embora seja uma prática tentadora, confesso que prefiro muito mais o saudável e esquecido hábito de presentear, ganhar e retribuir.

4. Lista de desejos


Aprendi este método com minha terapeuta, que veio a tornar-se uma grande amiga. O simples fato de fazermos uma whishlist das orquídeas desejadas já evita uma série de desperdícios. Aquela compra por impulso torna-se mais rara, já que agora temos um objetivo bem definido. Também não é sempre que encontramos a planta almejada. Outra vantagem é que, ao elaborarmos uma lista, aquela vontade irresistível de comprar fica mais amenizada. Dias depois, ao reavaliarmos a seleção, podemos mudar de ideia e excluir algum item. Depois que defini as orquídeas que gostaria de cultivar, diminuí drasticamente a compra por impulso.

5. Aguardando o momento certo


Em muitas ocasiões, comprei uma orquídea mediana, cuja forma não era muito boa, simplesmente porque não encontrei a que eu realmente queria. Há alguns anos, vi uma mini-orquídea espetacular em um site americano. Fiquei fascinado, mas não a encontrei em nenhum orquidário nacional. Recentemente, durante uma exposição de orquídeas, deparei-me pela primeira vez com mudas desta planta. Ainda eram pequenas, mas como queria muito a orquídea, comprei uma. Tempos depois, em outra exposição, dou de cara com a mesma orquídea sendo vendida pelo mesmo preço, mas adulta e com flor! Se arrependimento matasse...




44 comentários:

  1. Você e suas explicações,amo tudo isso,obrigado mais uma vez e um milhão de Bjokaaaaaaas.

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    1. Oi, Nina, tudo bem? Imagine, bondade sua! Que bom saber que gostou do artigo, muito obrigado pelo carinho!

      Também agradeço, de coração, por todo o apoio antes, durante e depois da palestra, ontem! Muito obrigado por tudo!

      Beijos e até mais!

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  2. Olá Sergio, Boa Noite!

    Moro em apê e possuo 90 orquídeas na varanda. E está acontecendo exatamente o que vc relatou com a minha muda de vanda. Tenho o maior cuidado com ela, rego todos os dias , em dias mais quentes 2 x ao dia, adubação NPK 20 20 20 Peters, , boa iluminação, spmbrite 50%, mas infelizmente já perdi 4 folhas, elas amarelam e caem, fico mt triste, pois tenho fascínio por essa orquídea. Aproveito para agradecer suas dicas e seus relatos, que para mim, são valiosíssimos. Abração.

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    1. Oi, Rosane, boa noite!

      Tudo bem? Poxa, mas que pena o que está acontecendo com a sua Vanda. Também fico triste, mas elas realmente requerem mais umidade do que conseguimos fornecer, acredito. Ainda assim, torço para que consiga recuperar a sua!

      Imagine, eu que agradeço a você pelo carinho da sua visita! Fico feliz em saber que está gostando! Muito obrigado pelo apoio!

      Um grande abraço!

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    2. Uma dica que tenho em relação a Vanda e outras do gênero pra vcs: aqui em Brasília o clima é muito seco, e em uma varando então nem se fala...rsrs. Nos orquidários locais vejo muito as vandas plantadas em caxepô, com substrato que segurem mais a umidade (sphagnum por exemplo), e são muito bem cultivados. A pessoa com quem compro as minhas orquideas recomendou o cultivo nesses caxepôs ao invés de cultiva-los com as raízes nuas. O fato das folhas caírem indicam a falta de umindade pra planta. Espero que com essa dica, tenham melhores resultados. :) Abraços

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    3. Oi, Cintia, que interessante! De fato, a maioria das minhas orquídeas está em sphagnum. Também já havia ouvido falar que o único substrato que as Vandas toleram é este musgo. Muito obrigado pela dica, espero que ajude os cultivadores em apartamento!

      Um grande abraço!

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  3. Como é bom te ler!!! É como aquela tão comentada luz no fim do túnel!! Me manda o nº da tua conta, prá te enviar os valores da terapia! ;) Tô quase curada, mas temo as recaídas, hehehehe... Grande abraço e obrigada por nos ajudar a controlar a ansiedade!

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    1. Oi, Alexia! Imagine, minha maior recompensa é a alegria de saber que está gostando dos artigos! Fico feliz por ter podido ajudar, sei bem o que é esse descontrole. Muito obrigado pelo comentário, sempre gentil!

      Um grande abraço!

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  4. Marta Fernandes - Boa noite Sergio, muito bom seu artigo eu mesma já comprei várias por impulso, estou quase me controlando em minhas aquisições kkk,Abraços.

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    1. Oi, Marta, tudo bem? Que ótimo vê-la por aqui! Fico contente por saber que gostou do artigo e muito feliz por saber que está se controlando! Eu também tento, mas nem sempre consigo!

      Muito obrigado pela visita e pelo comentário!

      Um grande abraço!

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  5. Talvez seja o mal de todo iniciante a tal compulsão pelas compras. Eu era assim também.

    Hoje sou mais comedido, já consigo sair de feiras sem plantas. Mas ainda sou tentado a arriscar em espécies mais difíceis.

    Também tenho minha lista de desejos, mas é meio que uma furada. Nenhuma espécie existe no Brasil.

    O "momento certo" é outro problema... é questão de sorte, sei lá...

    abraços!

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    1. Oi, Luis, tudo bem? De fato, tenho o mesmo problema com a minha lista. Está empacada, dificilmente encontro o que procuro. Mas que ótimo saber que já está mais controlado, também procuro me conter.

      Muito obrigado pelo comentário e pela contribuição ao tema!

      Um grande abraço!

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  6. Sergio, sempre cometo o erro de comprar várias qdo vou numa exposição. Tenho umas quinze orquídeas, de várias espécies. A maioria fica na minha área de serviço, algumas na sacada e duas na mesa de jantar. Ocorre que nenhuma está florida, por isso acabei comprando seis novas ns exposição de ontem.

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    1. Oi, Monica, tudo bem? Pois é, eu também fiz isso por bastante tempo. Hoje já aguento esperar pelas flores e seleciono mais as novas aquisições. Parabéns pelas suas novas meninas, torço para que se adaptem bem e floresçam sempre!

      Muito obrigado pela visita e pela participação!

      Um grande abraço!

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    2. Obrigada, Sergio. Recebi duas orientações quanto a rega. Uma que não devo molhar com a água da rua por causa do PH. Outra que devo colocar o vaso debaixo da torneira para a água correr pelo vaso e depois de escorrer colocar o vaso no pratinho. O que está correto? Abraço.

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    3. Imagine, de nada! Algumas pessoas recomendam evitar a água da rua devido ao cloro. Como a nossa vem da caixa d'água do prédio, uso direto da torneira. Caso venha da rua e tenha muito cloro, basta deixar descansando por algumas horas, ele evapora.

      Eu evito o pratinho, sempre. Mesmo após escorrer, sempre acumula uma certa quantidade de água que pode comprometer a saúde das raízes. Caso prefira manter, seria bom colocar algumas pedrinhas ou cascalho.

      Eu rego as orquídeas exatamente desta maneira, debaixo da torneira ou do chuveirinho.

      Abraços!

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  7. Sergio tudo verdade. Comprar orquídeas impossível para cuidar em nossos lugares e isso dificulta a prosperar. Mas é difícil evitar a tentação... Bom Conselho. Abraços

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    1. Oi, Angel Mar! Tudo bem? É verdade, também acho difícil resistir! Mas sempre vale a pena o sacrifício, já que não podemos cultivar todas. Que bom que gostou, muito obrigado pelo comentário!

      Um grande abraço!

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  8. Excelentes consejos, siempre vale la pena adquirir conocimientos de quien entiende de plantas y flores.
    Un placer pasar a leerte Sergio, te deseo un hermoso semana, besos.

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    1. Oi, Cristina! Que bom saber que gostou do artigo, fico feliz! Muito obrigado pela visita e comentário! O prazer é todo meu por recebê-la aqui!

      Beijos e uma ótima semana!

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  9. Sergio,
    Ótimas dicas, como sempre! Já fiz a minha lista.
    Obrigada,
    Liza

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    1. Oi, Liza, tudo bem? Fico contente que tenha gostado, que bom que fez a lista! Espero que ajude! Imagine, eu que agradeço pela sua visita e apoio!

      Um grande abraço!

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  10. Sérgio, muito interessante essa postagem. Como seria bom se no início da minha coleção eu tivesse essa visão. No início nos empolgamos e compramos tudo que aparece na nossa frente, agora, vislumbrando novos horizontes, quanto espaço e dinheiro desperdiçado com plantas que não deveriam estar na coleção.

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    1. Oi, Meire, tudo bem? Que ótimo vê-la por aqui! De fato, também penso bastante no desperdício de dinheiro com plantas que não sei nem quem são ou que não se adaptaram e morreram.

      Que bom que gostou da postagem, muito obrigado pela visita e pelo comentário, sempre agregando valor ao artigo!

      Um grande abraço!

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  11. Oi Sérgio,
    Adorei as dicas. Eu tenho visitado com frequencia o teu blog desde que comecei a me interessar por orquídeas nesse ano. Agora eu possuo uma coleção de mais de 10 orquídeas diferentes e já realizei três compras. Comprei uma phal para o meu trabalho, linda e alaranjada está completando dois meses de floração perfeita, aprendi a escolher pela planta e sua saúde de folhas e raízes ao invés de apenas reparar a beleza das flores. Outra phal comprei para presentear minha sogra e está muito bonita e florida também. A terceira compra foi um keiki de phal que vendia no supermercado por 5 reais, essa morreu :(. Todos os meus outros exemplares eu ganhei ou achei no lixo(isso mesmo, no lixo). Ganhei keikis de dendrobium da minha sogra, ganhei keikis de oncidium e backbulbs de uma orquídea "noid" da minha avó, conquistei esses presentes após cuidar das orquídeas delas que estavam sendo cuidadas de maneira incorreta e sem florescer. As "dendrobiuns" todas floresceram, as minhas e as da sogra, as "oncidiuns" da minha avó floresceram em abundância, estou com uma florida agora e ela é amarela e muito miúda mas não sei sua identificação, os backbulbs soltaram dois brotos mas ainda não há sinal de floração. Achei no lixo de uma loja de decoração para casamentos mais de dez exemplares de phal, alguns bem judiados e atacados por podridão. Cuidei de todos com calda bordalesa e de camomila e os mantive afastados das minhas, alguns morreram e quatro resistiram e agora estão saudáveis, uma está cheia de botões em uma haste floral mas eu não sei qual será a cor(surpresa!). Agora estou sempre vigiando o lixo dessa loja! Mas, depois de todo esse papo eu tinha vindo até aqui justamente para te pedir um conselho em relação a epidendrum fulgens e é justamente a ilustração do post de hoje. Já disse anteriormente que uma árvore na minha rua tem uma grande touceira de epidendruns, ela solta keikis às centenas e eu já peguei alguns para tentar cultivar sem sucesso. O problema é que com uma chuva e ventania cairam muitas no chão, algumas com haste floral em formação e eu queria muito recuperá-las. O que faço? Qual o substrato ideal? Ficarei muito grata se puder me aconselhar, obrigada! Um abraço.

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    1. Oi, Jade, tudo bem? Que legal, adorei ler o seu relato! Parabéns pela trajetória e pelo sucesso em cultivar suas orquídeas e as de seus familiares! Tenho certeza de que você merece cada presente, já que tem bastante amor para cuidar destas plantas especiais.

      Sinto muito pelo seu Epidendrum, que pena. Mas não se preocupe, são plantas bastante resistentes e adaptam-se a vários tipos de substrato, inclusive terra comum. Espero que consiga recuperá-las e contemplar sua floração.

      Muito obrigado pelo relato e pela visita!

      Um grande abraço!

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  12. Oi Sergio, que legal amigo!
    São excelentes dicas para quem não entende nada destas pequenas misses, mas apenas aprecia a beleza inconfundível delas!
    Achei interessantíssimo o tópico que mencionou em que as orquídeas podem não gostar da gente, literalmente..rsrs Agora, até certo ponto, me sinto aliviada: a maioria das orquídeas que ganhei não foi mesmo com a minha cara amigo...rsrs
    O local para cultivo e manutenção das belezuras deve ser sagrado e aqui em casa, é tudo muito tumultuado: elas não curtem né?

    Enfim, adorei você passando dicas amigo! É ótimo nessa empreitada sabia?
    Beijos grandes e uma semana maravilhosa para você!

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    1. Oi, Adriana! Pois é, costumam dizer que são as orquídeas que nos escolhem! Mas você está sendo modesta, tenho certeza de que muitas plantas amariam morar na sua casa e ter sua companhia especial!

      Fico feliz em saber que gostou das dicas, muita gentileza sua! Super obrigado pelo carinho da sua visita, adorei!

      Beijos e uma excelente semana para você também!

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  13. Olá Sérgio, bom dia!
    Como disseram muitos dos comentaram, as dicas que vc nos trás são valiosíssimas!
    Apeguei-me mais a questão das orquídeas que fazem gerar os keikes, eu por exemplo, tenho um epidendrum viviparum que sempre põe keikes após as floradas; porém, li tb que o gênero phalaenopsis tb gera keikes em suas hastes, após a floração e que espalhar pó de canela pelo substrato pode estimular ainda melhor esse processo, só que até o momento nunca consegui keikes de phalaenopsis, o máximo que acontece é o aparecimento/prolongamento de mais flores!
    Vc poderia me dizer algo (de novidade pra mim) sobre essa questão dos keikes em phalaenopsis?
    Agradeço imensamente!
    Abraço.

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    1. Oi, Jalo, bom dia!

      Tudo bem? Que bom saber que gostou das dicas! De fato, eu também nunca consegui keiki de Phalaenopsis. Dizem que se a orquídea for colocada em local mais sombreado, após a floração, os keikis podem surgir, no lugar de novas flores.

      Outro método é a utilização de uma 'pasta de keikis', vendida nos EUA. Retira-se a película que recobre os nós da haste floral e aplica-se a pasta, que é rica em hormônios vegetais. Nunca tentei, porque o material é caro e importado.

      Enfim, acho que não ajudei muito. De qualquer forma, agradeço pela visita e pela participação!

      Um grande abraço!

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  14. oi Sergio, estou nesta fase de iniciante compulsiva..rsr mas consegui sair da exposição aqui de Campinas com UMA Laelia somente.....olha que vitória!!!!!? Adoro ler seus artigos..Obrigada pelas ótimas dicas de sempre! bjinhos..

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    1. Oi, Lais! Tudo bem? Que legal, parabéns pela força de vontade! É uma vitória e tanto, com certeza!

      Que ótimo saber que está gostando dos artigos. Sua opinião é muito importante para mim! Muito obrigado pela visita e pelo comentário!

      Bjos e até mais!

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  15. Estava por aqui, quer dizer por ai kkkk pela net procurando algumas respostas sobre minha orquidea e deparei com teu blog...nossa..estou simplesmente apaixonado ...muito legal ver uma pessoa tão linda e sensível gostar e expressar tao bem o amor a natureza... ja sou teu fã...amor total.

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    1. Oi, tudo bem? Imagine, muita gentileza sua! Fico muito feliz por você ter encontrado este blog, seja muito bem-vindo! Super obrigado pela visita e pelo comentário!

      Um grande abraço!

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  16. Já li uma vez e coloquei em pratica, agora voltei pra ver onde errei pois nao aceito a morte de uma orquidea depois de tudo ter sido feito conforme manda o protocolo... Agora vou procurar em outro post o que deu errado... Obrigada!

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    1. Oi, tudo bem? Que bom saber, desejo boa sorte no cultivo. Espero que os artigos aqui do blog ajudem nesta questão. Eu ainda perco plantas, apesar fazer tudo direito, acho eu... Imagine, eu que agradeço a você pela visita e pelo comentário!

      Um grande abraço!

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  17. Mariana Beltrame15 de maio de 2015 23:31

    Ahhhh… Vandas! Elas deixam a gente louca. Estou há meses brigando com uma mudinha, como crescem lentamente é difíicil identificar das necessidades dela. Mas descobri essa semana que o caxepô com esfagno não é uma boa. Estava utilizando para reter umidade mas reparei que as raízes não estavam indo muito longe, pois o esfagno começou a queimar as pontinhas das raízes e muitas apodresceram. Não sei se tem haver com a quantidade do musgo, mas acabei colocando ela suspensa com as raízes de fora, agora é só esperar mais alguns meses e vê se funciona. Só desisto na hora que não tiver mais jeito, rs. Abraço, Sergio.

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    1. Oi, Mariana! É verdade, também tenho grande dificuldade com as Vandas! Acho que tudo depende do ambiente, que precisa ter bastante umidade. Espero que tenha sucesso no cultivo. De fato, elas gostam mesmo é de ficar com as raízes expostas. Boa sorte e muito obrigado pelo comentário!

      Um grande abraço!

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  18. Ola Sérgio, gostei muito dessa postagem. A anos tento iniciar no mundo das orquideas, mas não tive sucesso até agora, na verdade tenho até medo de comprar e ve-la morrer aos poucos. Por isso gostaria de saber o que eu faço quando compro a orquidea linda, cheia de flores e levo pra casa? as flores vão cair eu sei, o cuidado começa a partir dai ? ou começa no momento que eu compro?

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    1. Oi, Andrea, tudo bem? Que bom que gostou da postagem! Sim, os cuidados começam no momento que você compra a orquídea. O primeiro passo é saber o nome dela, a origem. Cada orquídea demanda um cuidado diferente, de acordo com sua espécie. Aqui na lateral do blog, em destaques, há um artigo ensinando como cuidar de orquídeas em apartamento. Mas vale para todos os ambientes, acho que as dicas serão úteis.

      Um grande abraço!

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  19. Agora descobri pq ao fazer listas com estudos de cultivos dos meus desejos, acabo deletando vários depois. Ansiedade saciada...rs. Na verdade, a maioria das minhas 60 e algumas orquídeas foram adquiridas em orquidários de vendas online. Sempre digo que será a última, mas aí ao passar na rua e encontrar um galho caído ou tronquinho, lá se vai a tentativa de parar. Possuo uma pequena varanda que dá para o meu quarto. Ela mede 1,00 m de largura por 3 m de comprimento. Lá tenho placas, troncos, tronquinhos, vasos, potes e leques de madeira. E uma escada para os altos e baixos. Sou uma equilibrista (rs). Evito deixá-las amontoadas pq tenho um olhar artístico crítico. Gosto da harmonia das formas e seus espaços. Tarefa difícil, eu diria, num espaço pequeno como o meu. Separo os grupos por espécies levando em conta luminosidade, umidade, etc. Na área de serviço, agora já ocupada pelos sem terras(rs), tenho meus traumas. Orquídeas que todos consideram de fácil cultivo mas que me deram uma surra (rs) por erro, assumo. Um dendrobium, que começou a emitir keikis para deixar descendentes antes de sua morte anunciada(rs). Agora é um sobrevivente pq adorou sua colocação no tronco. E tb um denphal, que ficou em coma durante 7 meses (complexo de bela adormecida). Após ser colocado na brita e carvão, recebeu o beijo do principe e emitiu 5 brotos (rs). Na verdade, minha maior alegria é quando o cultivo dá certo e, como gratidão, elas nos ofertam belas raízes, folhas e flores. Simbiose perfeita entre a planta e seu cultor. Abraços carinhosos

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    1. Maria Elizabeth, que delícia ler seu depoimento! Adorei conhecer seu cultivo e suas histórias de sucesso. Parabéns pela determinação e perseverança! São essas recompensas que nos motivam a continuar, apesar das dificuldades. Muito obrigado pela visita e por compartilhar suas histórias conosco!

      Um grande abraço!

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  20. Hoje está fazendo exatos 21 dias que adotei uma Phalaenopis e uma Violeta! estou encantada com as minhas filha... e aminha orquídea então, nem se fala. Sempre tive fama de "assassina" de Violetas e por este motivo ao adquirir essas belezinhas, li tudo e mais alguma coisa, para cuidar delas direitinho, e não é que está dando certo! a minha orquídea está com uns botãozinho e eu fascinada olho todos os dias,kkkk.
    Está sendo uma experiência muito legal, não vejo a hora de ver minha menina toda florida!

    Ps: seu blog é ótimo, me salvou diversas vezes nessa jornada que é ter uma orquídea!

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    1. Tudo bem? Que alegria saber disso, muito obrigado pelo carinho e pelas palavras de apoio! Que coincidência, eu também não me dou bem com violetas, infelizmente.

      Fico feliz por saber que sua orquídea está indo bem! Parabéns pelo esforço e dedicação! Muito obrigado pelo lindo depoimento, adorei!

      Um grande abraço!

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