Orquídea Gomesa recurva - Final da floração


Orquídea Gomesa recurva
Gomesa recurva

Este é um instantâneo dos momentos mais tardios da floração desta orquídea. Trago novamente a foto da mesma planta para mostrar que, assim como nós, as flores não permanecem com a mesma aparência ao longo da vida. É bastante comum que elas apresentem mudanças de cores e formas com o passar do tempo. Esta Gomesa recurva, por exemplo, nasce bem verde e vai amarelando gradualmente. Por fim, já na senescência, adquire um aspecto quase alaranjado. Mesmo quem nunca a viu, bate o olho e percebe que a orquídea já está passada. O perfume também é mais intenso no auge da sua forma física.

Essas mudanças são tão drásticas e rápidas, que alguns especialistas recomendam fotografar a flor somente após três dias da sua abertura. Passado este período, a armação, forma e cores já estão bem estabelecidas.

2 comentários:

  1. Olá Sergio, há algum tempo acompanho seu trabalho e quero comentar sobre fins de floração, em algum post você comentou que cortava as flores com sinais de declínio, mas você não acha que o melhor caminho seria deixar a planta reaver seus nutrientes e energias que foram gastas para a floração?

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    1. Oi, Rafael, tudo bem? De fato, na natureza, as flores e hastes florais ficam até o fim. No cultivo doméstico, existe o problema de pragas que começam a atacar as flores em senescência. Fungos, pulgões, cochonilhas são alguns dos problemas causados pelas bainhas secas das espatas, por exemplo. Por isso, prefiro cortar.

      A reserva básica de nutrientes da planta concentra-se nos pseudobulbos, quando presentes, ou nas folhas. Portanto, acredito que não haja muito malefício para a orquídea quando se cortam as flores secas.

      Muito obrigado pela visita e pela participação!

      Um grande abraço!

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